Pr. Dalmo Almeida

Pr. Dalmo Almeida
Servo do Senhor Jesus

segunda-feira, 14 de maio de 2012

domingo, 13 de maio de 2012

Seminário BIBLIOLOGIA AULA - 1


BIBLIOLOGIA
O ESTUDO DA BÍBLIA
INTRODUÇÃO BÍBLICA OU BIBLIOLOGIA
É o estudo introdutório e auxiliar das Sagradas Escrituras, para sua melhor compreensão por parte do leitor. É também chamado Isagoge nos cursos superiores de teologia. Este estudo auxilia grandemente a compreensão dos fatos da Bíblia. Um ponto saliente nele é a história da Bíblia mostrando como chegou ela até nós.
A necessidade desse estudo é que, sendo a Bíblia um livro divino, veio a nós por canais humanos, tornandose, assim, divino-humana, como também o é a Palavra Viva - Cristo - que se tornou também divino-humano (Jo 1.1; Ap 19.13).
OS LIVROS ANTIGOS
A Bíblia é um livro antigo. Os livros antigos tinham a forma de rolos (Jr 36.2). Eram feitos de papiro ou pergaminho. O papiro é uma planta aquática que cresce junto a rios, lagos e banhados, no Oriente Próximo, cuja entrecasca servia para escrever. Essa planta existe ainda hoje no Sudão, na Galiléia Superior e no vale de Sarom.
As tiras extraídas do papiro eram coladas umas às outras até formarem um rolo de qualquer extensão. Este material gráfico
primitivo é mencionado muitas vezes na Bíblia, exemplos: Êxodo 2.3; Jô 8.11; Isaías 18.2.
Em certas versões da Bíblia, o papiro é mencionado como junco; de fato, é um tipo de junco de grandes proporções. De papiro, deriva-se a nossa palavra papel. Seu uso na escrita vem de 3.000 a.C.
Pergaminho é pele de animais, cortida e polida, utilizada na escrita. É material gráfico melhor que o papiro. Seu uso é mais recente que o do papiro. Vem dos primórdios da Era Cristã, apesar de já ser conhecido antes. É também mencionado na Bíblia, como em 2 Timóteo 4.13.
TIPO DE ESCRITA
Os Manuscritos são dois: “Uncial” e “Cursivo”.
• Uncial – manuscrito que contém somente letras Maiúsculas.
• Cursivo – manuscrito que contém somente letras Minúsculas.
O VOCÁBULO "BÍBLIA"
Este vocábulo não se acha no texto das Sagradas Escrituras. Consta apenas na capa. - Donde, pois, nos vem? -Vem do grego, a língua original do Novo Testamento. É derivado do nome que os gregos davam à folha, de papiro preparada para a escrita - "biblos". Um rolo de papiro de tamanho pequeno era chamado "biblion" e vários destes eram uma "bíblia".
Portanto, literalmente, a palavra bíblia quer dizer "coleção de livros pequenos". Com a invenção do papel, desapareceram os rolos, e a palavra biblos deu origem a "livro", como se vê em biblioteca, bibliografia, bibliófilo, etc.
A ESTRUTURA DA BÍBLIA
A Bíblia divide-se em duas partes principais: ANTIGO e NOVO TESTAMENTO, tendo ao todo 66 livros: sendo 39 no AT e 27 no NT. Estes 66 livros foram escritos num período de 16 séculos e tiveram cerca de 40 escritores. Aqui está um dos milagres da Bíblia.
Esses escritores pertenceram às mais variadas profissões e atividades, viveram e escreveram em países, regiões e continentes distantes uns dos outros, em épocas e condições diversas, entretanto, seus escritos formam uma harmonia perfeita. Isto prova que um só os dirigia no registro
da revelação divina: Deus.
• O título Antigo Testamento foi primeiramente aplicado aos 39 livros das Escrituras hebraicas, por Tertuliano, e Orígenes.
• Na primeira divisão principal da Bíblia, temos o Antigo Concerto (também chamado pacto, aliança), que veio pela Lei, feito no Sinai e, selado com sangue de animais (Êx 24.3-8; Hb 9.19,20).
Na segunda divisão principal (o NT), temos o Novo Concerto, que veio pelo Senhor Jesus Cristo, feito no Calvário e selado com o seu próprio sangue (Lc 22.20; Hb 9.11-15). É pois um concerto superior.
PARTICULARIDADES DA BÍBLIA
Antes, a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos. A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250, pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras.
A divisão em versículos foi feita de duas vezes. O AT em 1445, pelo Rabi Nathan; o NT em 1551, por Robert Stevens, um impressor de Paris. Stevens publicou a primeira Bíblia (Vulgata Latina) dividida em capítulos e versículos em 1555. O AT tem 929 capítulos e 23.214 versículos. O NT tem 260 capítulos e 7.959 versículos. A Bíblia toda tem 1.189 capítulos e 31.173 versículos. O número de palavras e letras depende do idioma e da versão. O maior capítulo é o Salmo 119, e o menor o Salmo 117. O maior versículo está em Ester 8.9; o menor, em Êxodo 20.30. (Isso, nas versões portuguesas e com exceção da chamada "Tradução Brasileira", onde o menor é Lucas 20.30).
Em certas línguas, o menor é João 11.35. Os livros de Ester e Cantares não contêm a palavra Deus, porém a presença de Deus é evidente nos fatos neles desenrolados, mormente em Ester. Há na Bíblia 8.000 menções de Deus sob vários nomes divinos, e 177 menções do Diabo, sob seus vários nomes.
AS LÍNGUAS ORIGINAIS DA BÍBLIA
O hebraico e o aramaico para o Antigo Testamento, e o grego para o Novo Testamento, são as línguas originais da Bíblia.
O hebraico - Todo o Antigo Testamento foi escrito em hebraico, o idioma oficial da nação israelita, exceto algumas passagens de Esdras, Jeremias e Daniel, que foram escritas em aramaico. A mais extensa é em Daniel, que vai de 2.4 a 7.28.
O hebraico faz parte das línguas semíticas, que eram faladas na Ásia (mediterrânea), exceto em bem poucas regiões. As línguas semíticas formavam um ramo dividido em grupos, sendo o hebraico integrante do grupo cananeu. Este compreendia o litoral oriental do Mediterrâneo, incluindo a Síria, a Palestina e o território que constitui hoje O Aramaico é um idioma semítico falado desde 2.000 a.C, em Arã ou Síria, que é a mesma região. {Arã é hebreu; Síria é grego.) Nas Escrituras, o território da Síria não é o mesmo de hoje, o que acontece também com outras terras bíblicas. O primitivo território estendia-se das montanhas do Líbano até além do Eufrates, incluindo Babilônia, Mesopotâmia Superior (conhecida na Bíblia por Arã-Naaraim; e Padã-Arã - Gn 25.20), e outros distritos. Era ainda falado numa grande área da Arábia Pétrea.
• Os trechos escritos em aramaico são:
• o Esdras 4.8 a 6.18; 7.12-26.
• o Daniel 2.4 a 7.28.
• o Jeremias 10.11.
O aramaico foi a língua do Senhor Jesus, seus discípulos e da igreja primitiva, em Jerusalém. Em Mateus 5.18, quando Jesus diz que a menor letra é o jota (aramaico iode), Ele tinha em mente o alfabeto aramaico, pois somente neste é que se verifica isto. (A letra iode originou o nosso i). Nos dias de Jesus, o aramaico já se modificara um pouco na Palestina, resultando no "aramaico palestinense", como o chamam os eruditos O Grego. Esta é a língua em que foi originalmente escrito o Novo Testamento.
O grego faz parte do grupo das línguas arianas. Vem da fusão dos dialetos dórico e ático. Os dóricos e os áticos foram duas das principais tribos que povoaram a Grécia.
É língua de expressão muito precisa, e, das línguas bíblicas, é a que mais se conhece, devido a ser mais próxima da nossa.
O grego do Novo Testamento não é o grego clássico dos filósofos, mas o dialeto popular do homem da rua, dos comerciantes, dos estudantes, que todos podiam entender: era o "Koiné". Este dialeto formou-se a partir das conquistas de Alexandre, em 336 a.C. Nesse ano, Alexandre subiu ao trono e, no curto espaço de 13 anos, alterou o curso da história do mundo.
A língua grega tem 24 letras; a primeira é alfa e a última ômega. Quando, em Apocalipse 1.8, Jesus diz que é o Alfa e o ômega, está afirmando que é o primeiro e o último. Os gregos receberam seu alfabeto através dos fenícios, conforme mostram estudos a respeito.

terça-feira, 3 de abril de 2012

sábado, 31 de março de 2012

O Senhor é o meu pastor

O Senhor é o meu pastor

Salmo de Davi

O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.

Ele me faz repousar em pastos verdejantes.

Leva-me para junto das águas de descanso;

Refrigera-me a alma.

Guia-me pelas veredas da justiça

Por amor do seu nome.

Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte,

Não temerei mal nenhum,

Porque tu estás comigo;

O teu bordão e o teu cajado me consolam.

Preparas-me uma mesa

Na presença dos meus adversários,

Unges-me a cabeça com óleo;

O meu cálice transborda.

Bondade e misericórdia certamente me seguirão

Todos os dias da minha vida;

E habitarei na Casa do Senhor

Para todo o sempre.

Davi podia escrever a partir da sua rica experiência pessoal com as ovelhas: O Senhor é o meu pastor; nada me faltará, isto é, (não sentirei falta de qualquer coisa indispensável). Vamos citar sete provisões que o Pastor supre para suas ovelhas:

a) “Não me faltará completa satisfação” (23.2 a). Deitar-me faz em verdes pastos fala, literalmente, de pastos de capim macio e novo. Dizem que as ovelhas nunca se deitam, até que estejam satisfeitas. Cada necessidade espiritual é suprida. A figura transmite um completo descanso na satisfação proporcional pelo cuidado vigilante do grande Pastor. Hoje vemos algo bem diferente em virtude dessa agitação em que vivemos.

b) “Não me faltará orientação” (23.2 b). Guia-me mansamente a águas tranqüilas, ou “águas de descanso”. Com as necessidades do rebanho o salmista acrescenta o pensamento de orientação. O pastor verdadeiro não empurra ou impele o rebanho do Senhor, ele sempre guia as ovelhas a um lugar tranqüilo.

c) “Não me faltará restauração” (23.3 a). Refrigera a minha alma, isto é, Ele me aviva, renova e refresca. Esse é um tema recorrente do N. T. “O interior, contudo, se renova de dia em dia” (2Co 4.16); “E vos renoveis no espírito do vosso sentido” (Ef 4.23); “E vos vestides do novo, que se renova para o conhecimento” (Cl 3.10). Essa é a graça que sustenta a alma.

d) “Não me faltará instrução da justiça” (23.3 b). Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome. As veredas da justiça são caminhos planos. Uma das funções das Escrituras é “instruir em justiça” (2 Tm 3.16). Deus não somente adverte contra o mal; Ele nos guia nos caminhos da justiça. Isso ocorre por amor do seu nome, provando o tipo de Deus que Ele é. O Deus cujo nome é santo (Sl 111.9; Mt 6.9), quer que seu povo também esteja em santidade (1 Pe 1.14-16).

e) “Não me faltará coragem diante do perigo” (23.4 a). Ainda que eu andasse pelo vale da sombra (hb., escuridão profunda e mortal) da morte, não temerei mal algum. Aqui está a certeza da ajuda no momento mais difícil da vida. A morte não é um adversário desprezível. Ela é o nosso último grande inimigo (1 Co 15.26). Se Deus pode nos dar coragem nesse momento, como tem dado a tantos outros, Ele pode nos ajudar em qualquer lugar. Mal é um termo amplo para qualquer tipo de dano ou perigo que possa nos sobrevir.

f) “Não me faltará a Presença Divina” (23.4b). Porque tu estás comigo. Esse é o motivo principal para toda a confiança do salmista. O Senhor não o deixará nem o desamparará (Ex 33.14; Dt 31.6-8; Js 1.5-9). Nessa Presença há força, conforto, descanso e esperança. Nesse ponto significativo a descrição (2-3) dá lugar à adoração.

g) “Não me faltará conforto na tristeza” (23.4c). A tua vara e teu cajado me consolam. O cajado do pastor tem três funções: ele é uma vara de proteção e um cajado no qual o pastor se apóia, servindo para o seu conforto e a sua curva serve para socorrer as ovelhas em perigo.

A idéia do completo suprimento de cada necessidade com a qual o salmo inicia continua controlando o seu desenvolvimento, mas a comparação muda do Pastor para o Anfitrião, do campo para a casa. Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos (5) retrata a marca da apreciação pública que o rei o oriental mostrava àquele que desejava honrar de uma maneira especial. Essa é a única referência passageira aos inimigos que aparecem descritos tão amplamente em ouros salmos de Davi. Unges minha cabeça com óleo: não é óleo da unção que era usado para empossar o rei ou o sacerdote; um outro termo hebraico é usado para esse fim. Esse era um óleo perfumoso amplamente usado em banquetes do Oriente antigo como marca de hospitalidade e favor. A cabeça ungida com óleo é uma figura bíblica comum para abundância de alegria. O meu cálice transborda simboliza a provisão abundante oferecida pelo generoso Anfitrião.

Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida (6). O termo traduzido por certamente também significa “unicamente”. O salmista está confiante em que apenas a bondade e o amor imutável farão parte da sua vida. Habitarei na Casa do Senhor por longos dias, ou “para todo sempre” (ARA). Mas o significado mais profundo é mais do que uma longa vida nesta terra. Bondade e misericórdia (...) todos os dias da minha vida serão seguidos por um lar eterno na presença de Deus quando essa vida chegar ao fim (Jô 14.1-3).

Bibliografia:

A familia no Antigo Testamento – Esdras Bentho – Editora CPAD

Comentário Bíblico Beacon – Milo L. Chapman _ Editora CPAD

Bíblia Ilumina Gold

Enciclopédia da Vida de Jesus – Louis Claude Fillion – Editora Central Gospel

terça-feira, 13 de março de 2012

DIZIMOS e OFERTAS



DÍZIMOS E
OFERTAS
TEXTO BÍBLICO:
Gn 14.18-20
“E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e este era sacerdote do Deus Altíssimo. E abençoou-o e disse: Bendito seja Abrão do Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra; e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E deu-lhe o dízimo de tudo”.
Definição - Décima parte.
Ordenado pelo Senhor - Lv 27.30-32; Ml 3.10.
Propósito do dízimo no AT - O dízimo de Israel era entregue para o sustento dos levitas (Nm 18.21) e dos sacerdotes (Nm 18.28), para ajudar nas refeições sagradas (Dt 14.22-27), e para socorrer os pobres, os órfãos e as viúvas (Dt 14.28,29).
Qual a lição a ser aprendida - Deus é dono de tudo - Êx 19.5; Sl 24.1; Ag 2.8. Propósito dos
dízimos no NT - Promoção do Reino de Deus e ajuda aos necessitados (1 Co 9.9-14; Gl 2.10).
Nossas contribuições devem ser voluntárias e generosas, segundo o AT (Êx 25.1,2) e o NT (2 Co 9.7).
1. O Antigo Testamento. O vocábulo dízimo quer dizer "a décima parte". No contexto bíblico, refere-se àquilo que é devolvido ao Senhor, quer em dinheiro, quer em produtos e bens (Pv 3.9). Já a oferta tem o sentido de contribuição voluntária.
2. O Novo Testamento. Os que supõem estar a prática do dízimo restrita ao Antigo Testamento precisam entender que a natureza e os fundamentos do culto não mudaram. Mudou apenas a forma e a liturgia, mas não a sua função: a adoração a Deus deve ser em espírito e verdade! O culto levítico com seus rituais já não existe. Todavia, o princípio da adoração continua o mesmo (1 Pe 2.9; Ap 1.6). O dízimo levítico pertencia à ordem de Arão, que era transitória. Todavia, o
dízimo cristão pertence à ordem de Melquisedeque que é eterna e, portanto, anterior à Lei de Moisés (Hb 5.10; 7.1-10; Sl 110.4).
3. Reconhecimento da soberania e da bondade de Deus. Um dos princípios básicos da prática do dízimo é o reconhecimento de que Deus é soberano sobre todas as coisas. Tudo vem dEle e é para Ele (Ag 2.8; Cl 1.17). Quando o crente devolve a Deus o seu dízimo, demonstra que reconhece o Senhor como a fonte de todas as coisas. À saudação de Melquisedeque: "Bendito seja o Deus Altíssimo!", respondeu Abraão dando-lhe o dízimo (Gn 14.20). O princípio da devolução do dízimo demonstra que somos dependentes de Deus. É lamentável que alguns crentes ignorem esse fato e ajam como se as suas conquistas materiais fossem apenas mérito de seus esforços (Jz 7.2).
4. A bênção da multiplicação. Tanto o Antigo como o Novo Testamento demonstram que Deus
reconhece e recompensa a fidelidade do seu povo. Quando o crente é liberal em contribuir para o Reino de Deus, uma decorrência natural do seu gesto é a bênção da multiplicação dada pelo Senhor. Deus promete derramar bênçãos sem medida e fazer abundar em toda graça (2 Co 9.6-10). Malaquias relaciona a prosperidade do povo de Israel à devolução dos dízimos e das ofertas (Ml 3.10,11). O mesmo princípio é destacado em o Novo Testamento quando Paulo diz que Deus é poderoso para fazer abundar em toda graça aqueles que demonstram voluntariedade em contribuir para o Reino de Deus.
CONCLUSÃO - Vimos, pois, que a prática dos dízimos e das ofertas sempre esteve presente na
história do povo de Deus. Evidentemente que fica para nós o princípio de que somos abençoados não porque contribuímos, mas contribuímos porque já somos abençoados. Deus reconhece a voluntariedade do crente em contribuir para o seu Reino e, por graça e misericórdia, derrama sobre nós as suas muitas e ricas bênçãos.

sábado, 10 de março de 2012

A IGREJA DE CRISTO NÃO PODE SER FECHADA

IRMÃOS EM CRISTO VAMOS MOSTRAR A ESSA SOCIEDADE QUE SOMOS UNIDOS, NESTE MOMENTO NÃO EXISTE DENOMINAÇÃO, EXISTE SIM A IGREJA DE CRISTO.
ESTE FATO AFETA TODAS AS IGREJAS, INCLUSIVE A SUA, SE ESSA MODA PEGAR ELES ESTARÃO FECHANDO TODAS AS IGREJA DE NOSSO PAÍS.
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http://www.diarionline.com.br/index.php?s=noticia&id=42312